
A Família Sacaca entrou na avenida com 12 herdeiros, a esposa Dona Madalena, filhos e netos, honrando o legado e reafirmando a força dos nossos saberes tradicionais.
O carro Missa dos Quilombos trouxe personalidades negras do Amapá: Joaquina Jacarandá (Guardiã das Tradições de Mazagão Velho), Francisco Lino (Samba e Carnaval – fundador da Boêmios do Laguinho), Alzira Nogueira (ativista social do movimento negro e feminista) e Pedro Bolão (responsável por perpetuar a confecção dos tambores de marabaixo – Quilombo do Curiaú)
No tripé ‘Na Marcação do Marabaixo’, Cleane Ramos, jovem quilombola, representou a continuidade da ancestralidade e da tradição da comunidade marabaixera.
A bateria teve 15 tocadores de caixa de marabaixo, que levaram o toque amapaense dos nossos tambores para o coração da escola carioca. Oito artistas indígenas do coletivo Waçá-Wara apresentaram a estética e presença dos povos do Oiapoque.
E na ala musical, Joãozinho Gomes, representando a composição do enredo e Patrícia Bastos, cantora amapaense, deram voz à nossa identidade musical.
Foi o estado inteiro desfilando na maior “vitrine” de carnaval, com orgulho e emoção. No sábado, houve o reencontro com tudo isso no Desfile das Campeãs. Foi novamente o Amapá sendo visto pelo mundo.




