A interdição do shopping popular foi feita pela Prefeitura de Macapá sem o parecer da engenharia do Corpo de Bombeiros, que esteve no local depois de saber da notícia.
O prédio foi avaliado e a conclusão é de que ele não apresenta qualquer risco e que a decisão da prefeitura foi precipitada.

Os bombeiros têm engenheiros especialistas em estruturas, autoridade técnica responsável por segurança predial e são responsáveis por emitir parecer definitivo.
A PMM teve como base um laudo particular de uma empresa que descreveu trincas inclinadas, desaprumos e falhas de execução na fundação.
Mas depois da vistoria completa, os bombeiros descartaram os riscos por não haver sinais de instabilidade ou risco de colapso o que contradiz a avaliação do município.
Em outra avaliação, a decisão vai gerar gastos com duas
duas despesas imediatas. Uma delas para um contrato emergencial para que uma empresa faça o escoramento e intervenções iniciais. A outra, de um aluguel de novo espaço com adaptações para realocar os comerciantes.



