O prédio histórico da Biblioteca Pública Elcy Lacerda foi reinaugurado. “Não dá para contar a história da Amapá sem contar a história da biblioteca, que passou por um processo de restauração com biblioteca digital de 16 mil títulos, salas de exposição, espaços de leitura, com obras raras e obras contemporâneas”, considerou o governador Clécio Luís.
A reinauguração teve a presença de estudantes, artistas, profissionais da educação e da cultura, admiradores da leitura, colaboradores e ex-colaboradores, como a professora e contadora de histórias Ana Maria Vilhena, mãe do governador, que trabalhou durante quase 20 anos no local.

A entrega do espaço teve apresentações culturais e artísticas, como o cortejo circense, show de música instrumental com o professor Nonato Leal e de brega, com o cantor Mauro Cotta, ale, de declamações de poemas.
A entrega faz parte de um empenho da gestão em recuperar prédios que marcam a história do Amapá, especialmente para a cultura. Entre eles estão o Museu Kuahí, em Oiapoque, Teatro das Bacabeiras, em obras, Fortaleza de São José e o Centro Cultural João Batista de Azevedo Picanço, todas em andamento.
O novo prédio passou por um amplo processo de requalificação, recebeu atualização tecnológica do acervo, preservação histórica e ampliação de serviços, tornando o espaço um ambiente inovador, cultural, tecnológico e de memória.

A nova Biblioteca Elcy Lacerda reúne agora espaços temáticos, ambientes culturais, áreas de convivência, setores infantis ao ar livre e salas dedicadas à pesquisa e às artes.
Entre os novos ambientes, destacam-se a Sala de Espetáculos Multivozes, com 80 lugares; O Espaço Equinócio das Palavras, disponível para reuniões dos segmentos culturais organizados pela sociedade civil; Janela Amazônica (sala multimídia, a mais tecnológica da biblioteca); a Gibiteca e o Setor de Obras Raras. Foi inaugurado ainda, na área externa, o espaço Terezinha Vilhena.
Criada em 1945, a biblioteca pública nasceu com um acervo de doações. Inicialmente, funcionou em uma casa na Avenida Mário Cruz, no centro da cidade e passou por outros endereços e se fixou, em 1971, no mesmo local onde o prédio foi reinaugurado.



