O Governo do Amapá segue com ações integradas para investigar e conter casos de doença de Chagas na Zona Sul da capital. Foram confirmados seis casos nos bairros Jardim Marco Zero, Zerão, Buritizal e Universidade.
A Superintendência de Vigilância em Saúde colocou em prática um plano de contingência, com foco no avanço da doença e assistência aos pacientes.
Uma Sala de Situação foi criada para cruzamento de dados, fiscalização em batedeiras de açaí e reforço na orientação aos empreendedores, além da busca ativa de possíveis novos casos e intensificação da vigilância ambiental nas áreas de risco.
Também foram definidos fluxos prioritários para diagnóstico laboratorial e início imediato do tratamento dos pacientes confirmados. Na área assistencial, o atendimento está sendo direcionado para unidades de referência, com garantia de estoque do medicamento e exames cardiológicos para monitoramento de possíveis complicações.

Entre as principais medidas estão a interdição de estabelecimentos que não comprovem o processo adequado de higienização do açaí, investigação do consumo alimentar dos pacientes e o monitoramento de áreas com presença do vetor, um besouro conhecido como barbeiro.

Após a comprovação de que o estabelecimento está adequado, ele é liberado para voltar a comercializar o produto.
A SVS reforça ainda a importância da atenção aos sintomas, que são febre persistente, dor no corpo e inchaços. As ações seguem em regime de urgência, dentro de um cronograma estabelecido para execução das medidas críticas nas primeiras 72 horas, para conter o avanço de casos e proteger a saúde da população.



