Depois dos sucessivos episódios protagonizados pela Vereadora Luana Serrão, creio que essa frase resume a personalidade da Vereadora. Jovem, bonita fisicamente, nada extraordinário, mas de um caráter horrível. Lamentável. Penso que seu pai deve dizer para ela: Não filha, não é assim que a banda toca na política.
Dizem os mais experientes que na política vale tudo, só não vale perder. Calma, calma. Até no crime existem regras e a traição é um dos códigos que se transgredido, a pena é capital. Ou seja, a morte.
Eu tenho uma leve desconfiança que essa será a pena da vereadora. Sua morte política, pois quem em sã consciência irá conversar no privado com ela. Eu não! Tu és louco. E seus novos aliados estão, duvido que não, de barbas de molho, pois o vento que venta cá, venta lá parceiro. Ou não?
Tô pouco me lixando para os cânones da filosofia, do ponto de vista ético e moral. Estou usando as regras do bom viver, me ensinado pela minha avó, Minervina Coelho e pela minha mãe, Zoraide Coelho. “Ouvi e calar para boa vida passar”. O alto é de neve, onde o penedo caiu, nunca fale o que não deve e nem afirme o que não viu”. Duas regrinhas básicas desse código atávico.
Querida Luana Serrão, não lhe conheço. Aliás, nem lhe vi pessoalmente, falo da sua beleza física pelos vídeos que assisti. Espero não me decepcionar ao lhe ver, um dia quem sabe, mas vai um conselho de um velho de 66 anos. Você perdeu o bem mais precioso de uma relação, seja em qual nível for. Pessoal, profissional e alhures. A credibilidade, a confiança. Já estive de vários lados na política e já defendi várias lideranças em eleição, mas quando o meu filho foi candidato a vereador e saiu em outro grupo político que não o meu, eu lhe disse de forma clara e definitiva. Voto em você, peço voto pra você, mas sou Clécio. Não sou Furlan e não concordo com sua gestão. Isso é mesmo que nada, mas pra minha consciência, isso não tem preço.
Você querida, agora, embora eles não te digam, não acreditam mais em você. Você cometeu o pecado capital da política. A traição. Tem coisas que não valem a pena.



