A máscara está caindo

Podeis enganar toda gente durante um certo tempo; podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo; mas não vos será possível sempre toda a gente”. Essa frase é do presidente americano Abrahan Lincoln.

O médico cardiologista Antônio Furlan enfrenta essa realidade. O macapaense começa a mudar de opinião sobre quem deve ser o governador do Amapá a partir de 2027. A cada pesquisa Furlan vê sua ampla vantagem na intenção de voto diminuir.

A pesquisa do Instituto Véritas feita entre os dias 17 e 19 de março, com uma amostragem de 800 pessoas apresenta redução da vantagem de Furlan para Clécio. Na espontânea, a diferença é de 12%. Na estimulada, é de 16%. No contexto, Clécio teve seu governo aprovado por 85% dos entrevistados.

Pesquisa, dizem os especialistas, é uma tendência, e por ser assim, o barco segue seu curso e até outubro, muita “água passa por baixo dessa ponte”.

O “gabinete do ódio” de Antônio Furlan inventa diuturnamente factóides para desviar a atenção da população de uma gestão desastrosa e recheada de suspeitas de desvio de dinheiro público.

Ele segue em “silêncio obsequioso” quando o assunto é o furto do dinheiro do Hospital Municipal. Numa jogada arriscada, apressou-se em renunciar o mandato. Posou de vítima, perseguido por tudo e todos. Mas explicar o desvio do dinheiro público que a Polícia Federal levantou através da Operação Paroxismo, até agora, nada.

A última jogada foi colocar nas redes sociais um diálogo de 2024 entre o vereador Pedro da Lua (prefeito interino) e o senador Davi Alcolumbre (presidente do Senado), tirado do contexto e com mensagens trucadas.

A estratégia do “gabinete do ódio”, na literatura, é conhecida como  diversionismo, que consiste em desviar a atenção da população para um fato, criando outro. Essa técnica é usada para manipular  a atenção do público, sobre os fatos que verdadeiramente interessam.

Essa farsa se sustenta cidadão/cidadã?

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