Zum, Zum, Zum estou voando e tem alguém que está se incomodando. O tuts-tuts do coração dele quase parando. Olha zum, zum, zum, zum, eu tô voando e tem alguém se incomodando. Vai doer, vai doer, ou pula meu stories pra tu não sofrer…
A letra dessa música de Xand Avião é um recado direto para os adeptos da teoria do caos que torcem para o quanto pior melhor e indisfarçadamente querem o atraso do Amapá, colocando à frente dos objetivos do estado, os próprios interesses políticos.
Lamento informar a esse grupo que o Amapá está voando e voando alto. Aliás, nunca voou tão alto nosso querido estado do Amapá. É uma conjugação de fatores internos e externos que nos remete a esse clima de otimismo, jamais experimentado por nós.
Transformado em Território em 1943, para atender uma estratégia geopolítica dos Estados Unidos, que lutavam contra a implantação do nazismo no mundo, nos separamos do Pará. Condição que nos deu relativa autonomia político-administrativa.
Em 1988, com o advento da Constituição Cidadã, fomos elevados à condição de estado. Viramos mais uma unidade federada na República Federativa do Brasil. Esta condição impôs buscássemos nossa auto-suficiência financeira. Todos aqueles que amam o Amapá perseguem essa condição.
Nunca estivemos tão perto dessa tão sonhada e acalentada condição. Entretanto vemos que existe indisfarçada sabotagem do trabalho sério e comprometido que vem sendo desenvolvido.
O Amapá, com seus ilustres representantes no arco de poder da República, faz pesar nas mesas de decisões do País a palavra do Amapá, através das vozes de Davi Alcolumbre (Presidente do Senado) e uma das maiores lideranças políticas do Brasil; Randolfe Rodrigues, Líder do Governo na Câmara Alta; Waldez Góes, Ministro do Desenvolvimento e Integração Regional e nossa bancada de deputados federais. O Amapá fala e é ouvido. Nossos apelos são defendidos com autoridade.
O Amapá não volta para o Pará, não somos mais Remo e Payssandu, temos identidade política, social, esportiva e cultural. Viva o Marabaixo! Viva o Amapá! Esse trabalho tem nome e sobrenome: Clécio Luiz. R. Gato



