O Amapá está na condição de protagonista da COP 30, em Belém do Pará. O governador do Amapá, Clécio Luís, fez parte da abertura do HUB Amazônia na Blue Zone da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.
O HUB é um dos espaços do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal, no evento. Com bons exemplos a serem seguidos pelo mundo, Clécio Luís leva à COP 30 muito mais que programas aguardando financiamento, mas uma visão estratégica de futuro que reforça o papel do Amapá na construção de uma nova agenda climática.

“Um momento para vender positivamente a imagem da Amapá e reafirmar a nossa posição, que é de nos orgulharmos e defendermos o Estado mais preservado e mais protegido, que tem muitos atributos ambientais, mas que também tem o direito a se desenvolver. O Amapá chegou aqui com autoridade moral para falar de preservação e buscar desenvolvimento”, avaliou o governador.
Pela primeira vez na Amazônia, a COP30 reúne lideranças mundiais e sociedade civil para discutir soluções concretas diante da crise climática no planeta.
O evento é organizado pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e vai até o dia 21.
Clécio Luís cumpre uma agenda estratégica apresentando projetos em 5 eixos: Eixo I – Sistema Amapá de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Sustentabilidade; Eixo II – Programa de Transição Energética Inclusiva; Eixo III – Plano de Apoio à Sociobioeconomia;
Eixo IV – Justiça Climática e Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais e Eixo V – Cidades das Águas: Gestão Hídrica e Ordenamento Territorial.
As iniciativas precisam de recursos para financiar estudos, negócios, equipamentos e o aprofundamento de cadeias produtivas. A ideia é atrair empresas e bancos interessados em fomentar a economia do Amapá, com foco na sustentabilidade, aliando preservação ao desenvolvimento.
A presença do Amapá simboliza o fortalecimento da região no centro das discussões globais sobre sustentabilidade. Com cerca de 73,5% de seu território sob proteção ambiental, incluindo unidades de conservação, terras indígenas e quilombolas, o governo do estado pretende mostrar que é possível unir conservação ambiental, inovação e desenvolvimento social.



