O movimento de paralisação das obras da COP 30 está acontecendo nas cidades de Ananindeua e Marituba e devem continuar por tempo indeterminado no setor da construção civil e setor imobiliário.
Os sindicatos das categorias consideraram que a greve atinge diretamente obras relacionadas à conferência. Já Secretaria de Estado ligada ao setor disse que elas seguem sem problemas e dentro do cronograma.
Não é o que avalia o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brasília. Para o STICMB, algo em torno de cinco mil trabalhadores aderiu ao movimento, o que afeta obras do setor hoteleiro, da Vila COP-30, onde devem hospedados os chefes de estado e do Parque da Cidade.

Na lista de reivindicações está o reajuste de salário, melhorias nas condições de trabalho, promoção para mulheres e participação nos lucros e resultados em duas parcelas de R$ 378.
O Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará fez a confirmação da proposta de reajuste salarial de 5,5% e considerou que o índice é superior à inflação acumulada dos últimos 12 meses, em que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor teve como resultado 5,13%.
A proposta ainda prevê cesta básica de R$ 120, que é um aumento de 9% em relação ao valor atual de R$ 110,00. (fotos: Metrópoles)

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