O prefeito de Macapá, Antônio Furlan e o vice dele, Mário Neto, foram afastados dos cargos nessa quarta-feira, por determinação do Supremo Tribunal Federal.

Eles são suspeitos de fraudes na construção do Hospital Geral do município e alvos da segunda fase da operação Paroxismo, criada pela Polícia Federal, que está aprofundando investigações sobre um possível esquema de fraude na licitação de um contrato da Secretaria Municipal de Saúde de Macapá envolvendo emendas parlamentares para o hospital.
Existem indícios de um esquema criminoso entre servidores públicos e empresários, para o direcionamento da licitação, desvio de recursos e lavagem de dinheiro no projeto de engenharia e execução das obras do hospital. Estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém e Nata, no Rio Grande do Norte.

O afastamento dos servidores envolvidos é por 60 dias e envolvem saques em agências bancárias acompanhados desde janeiro, na Operação Paroxismo.



